Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Entrevista - Grupo (Alice in Wonderland)




Olá Minna-san! No evento EuAnimeRPG que ocorreu neste mês, teve diversos Cosplays, entre eles o grupo de Alice no País das Maravilhas,e aqui tenho a honra de apresentar os Cosplayers:

Carla Castro - Alice

Julia Seschi - Dama de Copas

Larissa Barbosa - Chapeleiro Maluco

Marco Rodrigues - Coelho Branco

Flavyane Mayene - Boris, o Gato

Rafaela e Gabriela - Os Gêmeos



Seven -
Como surgiu a idéia de montar um grupo de Alice?

Carla (Alice) - Foi depois que assistimos o filme, que o Tim Burton fez, ficamos tão apaixonados que decidimos montar um grupo logo depois!


Seven - E como foi a divisão de personagens

Carla (Alice) – Cada um escolheu o que mais se identificava, ou que achava mais bonito!





Seven - O que deu mais trabalho para caracterizar?

Carla(Alice) - Hum, acho que o trabalho foi o mesmo para todos. Começamos a fazer juntos, só o do Gato que a gente fez em uma semana, porque foi o Último a entrar no grupo.




Seven - Vocês pretendem continuar o grupo para outros eventos?

Grupo - Sim, ano que vem pretendemos melhorar nossos cosplays e quem sabe até façamos apresentações.




Quero agradecer ao grupo e parabenizá-los por suas idéias construtivas! E peço desculpas para Júlia e Larissa, por não ter fotos de vocês.


--------------------------------------------------------------------------------------------------

UPLOAD

O lindo do @DenisHoro mandou a foto que tem todo mundo!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Entrevista - Ash (Pokemon)


SEVEN: Bem, estamos aqui com Alan Souza, atual campeão do Circuito Anime Fest de Cosplay, e já classificado para o próximo circuito.


Alan: Olá Pessoal do Seven Otaku, é um prazer poder estar aqui com vocês compartilhando um pouco sobre mim, sobre minha trajetória até hoje.


SEVEN: Qual foi seu primeiro cosplay?


Alan: Bom meu primeiro cosplay foi para o "Anime Dreams" de 2008, e foi decidido de ultima hora. Muitos vão pensar "seu primeiro cosplay foi de Ash né?" Errado! *Riso* Meu primeiro cosplay foi de Sai do Anime Naruto pois na época, meu cosplay de Ash não havia ficado pronto, e nisso meu amigo Juninho iria fazer cosplay de Sasuke dai eu disse "Beleza! Eu faço do Sai", que para mim é um dos personagens que mexeu comigo.


SEVEN: O que é ser cosplayer pra você?


Alan: Bom ser cosplayer para mim, é mais do que um hobby, como é para grande maioria. É magico poder ser por um dia aquele personagem que tanto admira, que tanto ama, ou mesmo que se indentifica com ele. Fazer está Homenagem a este personagem que você tanto ama. E Tem outros que só fazem para competir, que eu acho errado, mas isso é outra Historia.
Mas, pra mim, ser cosplayer é muito mais do que, se vestir do personagem que gosta, é poder levar as mensagens que ele trás consigo em seu coração, trazer tudo aquilo que fica na animação ou outros meios, para nossa realidade.Então para mim, ser cosplayer virou uma grande paixão, aonde sempre tento poder levar todas as mensagens daquele personagem, como seus pensamentos, dentre suas outras qualidades.


SEVEN: Existe uma grande barreira que muitos Cosplayers não quebram, o da aparência natural estar longe do personagem. Qual sua opinião sobre esse problema que muitos acham prejudicial na hora de se realizar o Cosplay?

Alan: Está é uma outra pergunta muito boa. Eu sei muito bem sobre isso, eu sempre fui sabe, motivo de chacota em eventos de Anime, pelo fato de fazer cosplay do Ash e o Ash ser tecnicamente branco e eu moreno, e com isso o pessoal ficar dando risada, humilhando.Foi Nesta hora que meus amigos verdadeiros me ajudaram a superar tudo, "não sei se sozinho iria conseguir" mais graças a meus amigos de verdade, isso inclui você "Thi' me deram muita forças para chegar até aqui aonde eu estou.

Não existe isso da aparência estar longe do personagem, independente se a pessoa for Alta, Baixa, Gorda, Magra, Branca, Morena, Negra pode sim fazer cosplay de personagens que são seus opostos, isso não tem problema nenhum. Mesma coisa de Homem fazer cosplay de mulher e mulher fazer cosplay de Homem, no teatro tem muito isso, por que não no mundo cosplay?!Acho que assim, se a pessoa lutou para poder homenagear aquele personagem, deve ir em frente sim, independente do que o mundo fale, o importante é ele estar FELIZ com aquilo que ele GOSTA, ou que AMA, mostra o quanto aquele ou aquela personagem é importante pra ele.

Então se você que está lendo está entrevista e passar por discriminação, de pessoas falando para você não fazer, mas é seu sonho fazer, "FAÇA SIM", se és seu sonho homenagear aquele personagem que tanto ama, isso é ser cosplayer, pois vestir a roupa de um personagem e muito facil, mais ter ser cosplayer, começa de dentro no coração!


SEVEN: Você é muito conhecido pelo cosplay de Ash, mas na final do Circuito Anime Fest de Cosplay você não usou esse cosplay, por quê?


Alan: Outra boa pergunta, então até na Quarta (24/08) eu ia apresentar de "Ash" na final do Circuito Anime Fest, estava no PC digitando o roteiro da apresentação de Ash, pois teria que gravar na Quinta (25/08), pois no Sábado eu teria apresentação de Teatro e ficaria corrido, nisso na TV tava passando um episódio do Chavés, que o Seu Madruga estava vendendo, coisas dentro de um saco branco, dai fiquei pensando, como seria uma apresentação de "Seu Madruga", usando aquele SACO, nessa viagem toda de pensamentos, tinha terminado o Download do Jogo do Dragon Ball Online, eu falei nossa tá ai, Misturar Chaves com Dragon Ball Z como será que sairia?! Nisso pesquisei um pouco sobre o Don Ramon e vi que ele iria fazer aniversário dia 02/09 nisso eu disse, ta ai vou fazer a apresentação em homenagem ao Dom Ramon e transmitir alguma mensagem dele para as pessoas.

Nisso veio a ideia, que tal falar que "Seu Madruga" não morreu, que ele foi tentar achar um meio de pagar os "14" meses de aluguel, nisso entrou a história dele não ter morrido, como todos pensaram, ele foi atrás das misteriosas esferas do dragão e nisso comecou a história dele com as esferas, dele não ter como pagar por causas dos juros, dele também pedir para que a dona florinda nunca bate-se mais nele, que também não deu certo. Dai na terceira tentativa de desejo eu resolvi fugir um pouquinho tanto da serie do DB como do Chaves e usar algo real, falar sobre o Corinthians, apesar de eu ser Corinthiano, então vamos imaginar o Seu Madruga como corinthiano e nisso ele pediu para que o Corinthians fosse campeão da Libertadores, dai o Shellong tira ele fazendo que ele faz desejos e não milagres, isso foi proprosital mesmo colocar essa piada. para a galera dar risada, a mesma coisa da Dona Florinda ter seu poder se luta acima de 8.000E com isso eu já precisava dar um desfecho para apresentação do "Seu Madruga" dai veio a ideia do Shelong dar um emprego ao "Seu Madruga" para ele pagar as contas que ele tanto queria, nisso meu amigo Juliano deu a ideia de usar a música de TIM MAIA - Só Sossego, pois tudo que o Seu Madruga desejava era poder viver sossegado, e Nisso usei uma das frases do "Seu Madruga" e acabei aumentando ela que é assim:

"- POSSO NÃO TER UM CENTAVO NO BOLSO, MAIS TENHO UM SORRISO ESTAMPADO EM MEU ROSTO E ISSO VALE MAIS QUE TODO O DINHEIRO DO MUNDO" Lendo está frase eu fiz como desejo do Seu Madruga "QUE O DESEJO DELE SERIA, POR MAIS QUE TODOS TENHAM PROBLEMAS, NA VIDA SEMPRE TENHAM UM SORRISO EM SEU ROSTO". Essa foi a mensagem que eu entendi na mensagem do "Seu Madruga" por mais que podemos estar passando devemos sempre manter um sorriso no rosto


SEVEN: Qual foi a sensação de escutar seu nome como vencedor do Circuito Anime Fest?


Alan: Com a sensação, vou ser sincero foi muito diferente , quando Mogli, meu irmão do peito, disse meu nome, praticamente passou um filme na minha cabeça tudo do que eu tinha passado, de todos os preconceitos que sofri, dos grandes amigos que fiz até aquele momento, o quanto eu batalhei sabe, não para poder ganhar, mas para sempre poder estar passando nas apresentações "mensagens" para o público de como ser uma pessoa melhor de como poder mudar o mundo.

Eu não estava esperando ganhar o Circuito, pois eu fui no intuito de ir e transmetir a mensagem do Seu Madruga a todos que ele sempre deixou, mas quando eu ouvi o meu nome, foi como se todo um filme, passe pela minha cabeça, de tudo que eu passei até lá.

Por isso eu digo, nunca desistam de seus sonhos seja ele em qualquer coisa que você queria na vida, ser Advogado, Medico, Promotor, Jogador de Futebol e afins, nunca desistam, mesmo se alguém lhe fechar as portas, Deus vai abrir as janelas para você, basta você sempre se dedicar, e acreditar em você mesmo, pois o quanto nós acreditarmos em nós mesmo, e tivermos Deus em nossos corações juntamente com o AMOR, podemos sim superar qualquer tipo de obstaculo que vier a nossa frente e agradeço muito ao Mogli, por tudo que ele fez por mim, numa fase muito difícil para mim que foi 2008/2009, para sempre vou agradecer ele de coração, quero que ele também realize tudo na vida dele, assim como de todos meus amigos que sempre estivaram comigo acompanhado toda a minha trajetória até hoje, todo o sofrimento que sofri, toda alegria que tive, vocês sempre estarão em meus corações, e isso inclui você Thi.


SEVEN: E ai? Trabalhando em um novo cosplay? Algum projeto?


Alan: Sim sim, estou trabalhando em um novo cosplay, na verdade "Dois novos", para um deles tenho já apresentação pronta, que surgiu numa brincadeira entre meu amigo e eu, hoje na rua.Mas acredito que pro Pira Anime Fest, ou até mesmo para o EuAnimeRPG, deve estar pronto para fazer uma apresentação surpresa para todos.


SEVEN: Alguma última mensagem para as pessoas que querem começar a fazer cosplays, mas não tem coragem?


Alan: Quero primeiramente agradecer a você Thiago por esta entrevista, que Deus abençoe muito você e a todos da SEVEN OTAKU, e sim, gostaria de deixar uma ultima mensagem a todos.Que não tenho medo de fazer cosplays pelo fato fisico não ser tão parecido com o personagem, o mais importante é você se indentificar-se por dentro, como ele, pois o personagem começa dentro de você, você deve busca-lo mais a fundo, dentro de seu coração.

Assim como terá pesssoas que ficavam felizes por você fazer algo que gosta algo que ama, sempre haverá pessoas que iram contra, então não desistam, por mais as pessoas critiquem, debochem, ou faça zoações de vocês, nunca desistam de fazer algo que os tornam felizes, se seu sonho é homenagear o tal personagem, faça a homenagem que seu coração tanto deseja.

Nunca Desistam de seus Sonhos, pois os seus sonhos começam dentro de seu coração!


--------------------------------------------------------------------------------------------------

Gostou da entrevista? Comenta.
Não gostou? Comenta.

Se quiserem conhecer ele, conversar e fazer novas amizades, é só comparecer ao EuAnimeRPG dia 16/10, na Etec Polivalente, em Americana.
Lá você poderá conhecer os dubladores do Chaves, Chiquinha e, não menos importante, Seu Madruga.

Conto com a presença de vocês lá.

sábado, 6 de agosto de 2011

Especial 66 anos da bomba de Hiroshima. (Entrevista com uma cidadã japonesa que presenciou o explosão da bomba atômica de Hiroshima)



Olá meus queridos leitores.
Vocês sabem que hoje completam 66 anos da explosão da bomba atômica de Hiroshima que na segunda guerra mundial matou cerca de 70 mil pessoas, e feriu outra milhares.
E faz 5 meses que outra explosão nuclear aconteceu e desta vez foi pelo tsunami no japão.


E em homenagens as vitimas eu postarei partes de uma entrevista feita com uma cidadã japonesa de nome Keiko que presenciou de perto o tal horror que foi aquele dia.
Essa entrevista, eu achei no portal R7 pois então dou todos os créditos ao portal.


Entrevista: Poucos meses após a catástrofe do terremoto seguido de tsunami em Fukushima, os japoneses lembram neste sábado (6) o 66º aniversário do dia mais trágico da história de seu país, que reforçou as advertências daqueles que sobreviveram ao da bomba atômica e à "ameaça invisível da radioatividade".
"Conheço bem essas cenas", pensou no dia 11 de março passado Keiko Ogura, ao ver pela televisão os efeitos do devastador tsunami no nordeste do Japão, com "esplanadas onde não restava nada, apenas alguns poucos edifícios intactos", explica em entrevista à Agência Efe.
As imagens eram muito parecidas às que ela viveu com oito anos de idade, quando o B-29 americano Enola Gay lançou sobre Hiroshima o primeiro ataque nuclear da história. A bomba "Little boy", que caiu a 2,4 km da casa de Ogura, acabou com a vida de aproximadamente 120 mil pessoas de forma instantânea e de muitas outras devido aos efeitos posteriores.
"Naquele dia, meu pai nos disse para não irmos à escola porque tinha uma sensação estranha. Eu estava ao lado de casa, quando vi uma chama branca que me envolveu. Caí ao chão e perdi a consciência. Quando abri os olhos, tudo estava muito escuro e ouvia meu irmão pequeno chorar", relata Keiko, hoje com 74 anos.
No início não se explicavam por que um bairro tão pacato como o seu tinha sido alvo de ataque militar. "Mais tarde compreendemos que nós não éramos o alvo, mas toda a cidade", diz a sobrevivente do Museu da Paz de Hiroshima, com o discurso de quem está habituado a repetir sua história. Ao contrário dela, nem todos os sobreviventes estão dispostos a contar suas experiências.
"Houve muitos anos em que parecia até que em Hiroshima e em todo o país havia alergia em falar da radioatividade", destaca a "hibakusha" - como são conhecidas no Japão as vítimas da bomba atômica. As pessoas afetadas sofreram durante muito tempo "a discriminação dos que não conheciam a realidade", lembra Keiko, em uma época na qual se chegou a pensar que os afetados pela radiação sofriam uma misteriosa doença contagiosa.
Agora, 66 anos depois, as coisas mudaram e Keiko insiste que, apesar da personalidade retraída da sociedade japonesa, é positivo que as vítimas da radioatividade, também em Fukushima, falem disso para manter viva a advertência do perigo nuclear. Para ela, as notícias sobre a tragédia de 11 de março passado na usina nuclear de Fukushima Daiichi, onde cerca de 80 mil pessoas tiveram de ser retiradas em um raio de 30 quilômetros pela radioatividade, chegaram como "um choque".
A sobrevivente afirma que, durante décadas no Japão, não houve informações sobre o risco das usinas nucleares, e destaca que foram turistas estrangeiros que disseram a ela, pela primeira vez, os perigos procedentes da energia atômica. Em 1985, ela publicou seu "Manual de Hiroshima", um livro em que explicava, entre outras coisas, as consequências da radioatividade e os detalhes sobre a energia nuclear, sem ter ideia de que as explicações sobre os efeitos do plutônio ou do iodo pudessem voltar às manchetes de imprensa do Japão "tão poucos anos depois".

Bom vou ficando por aqui.
Esse post foi uma forma de alertar as pessoas sobre as bombas nucleares e o perigo que elas tem.

Kissus da London.